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Embrapa Monitoramento por Satélite |
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[Quem_Somos]
[Localização] [Equipe] [Parceiros,_Clientes_e_Usuários]
[Plano_Diretor]
Índice:
- Missão
- Objetivos
- Valores
- Visão
- Negócio
- Produtos
e Mercado
- Clientes
- Histórico
- Principais
áreas de pesquisa
- Gerências
- Funcionamento
do Centro
- Bases
Físicas
- Perfil
do público interno
- Perfil
Orçamentário
- Principais
convênios e parcerias técnico-científicas
- Organograma
da Unidade
- Reprodução
do Logotipo
- Informações
Institucionais
1.
Missão:
Viabilizar
soluções tecnológicas, competitivas e sustentáveis
para o agronegócio e na gestão territorial, baseadas na utilização do monitoramento
por satélite na agropecuária, com aplicações
do sensoriamento remoto, geoprocessamento e tecnologias de informação,
em benefício da sociedade.
A Embrapa
Monitoramento por Satélite está capacitada para atuar em
todo o território nacional e suas atividades estão em conformidade
com as diretrizes de Pesquisa & Desenvolvimento e de transferência
de tecnologia preconizadas pelo PDE da Embrapa, com a Política
Agrícola Nacional e com a Política Nacional de Desenvolvimento
de Atividades Espaciais.
2.
Objetivos:
Ampliar
a infra-estrutura de recepção, armazenamento, manipulação
e difusão de dados espaciais e suas aplicações para
a agricultura e o meio ambiente;
Testar,
avaliar, utilizar e interpretar produtos de teledetecção
aerotransportada e espacial, como instrumentos complementares de pesquisa
e planejamento das atividades silvícolas e agropecuárias;
Testar,
avaliar e utilizar sistemas de integração digital de dados
orbitais, numéricos e cartográficos, em aplicações
relacionadas ao monitoramento da agricultura e ao ordenamento e zoneamento
territoriais;
Desenvolver,
através de seus programas de pesquisa, métodos, técnicas
e procedimentos para detectar, identificar, qualificar, cartografar, prever
e monitorar variáveis relativas ao uso das terras, a partir dos
recursos instrumentais de sistemas de processamento de informações
georreferenciadas e bases de dados numéricos;
Caracterizar
o comportamento espacial dos principais sistemas agroecológicos
do país e suas interações com os sistemas energético-mineradores
e urbano-industriais;
Prestar
assessoria a órgãos de planejamento e execução
de âmbito federal, estadual e municipal, assim como à iniciativa
privada, indistintamente nacionais ou estrangeiras, buscando aprimorar
programas e ações de desenvolvimento agropecuário
através do desenvolvimento da pesquisa espacial.
3.
Valores:
A Embrapa
Monitoramento por Satélite pretende aprofundar o conjunto de valores
que nesses dez anos de existência nortearam sua conduta nas atividades
de pesquisa e prestação de serviços. Esses valores
já estão incorporados como modelo de conduta e norma de comportamento
do conjunto da equipe de funcionários e entre eles destacam-se:
- Trabalho
em equipe e em parcerias, com a devida valorização sinérgica
das competências, internas e externas à Unidade;
- Partilha
de responsabilidades, administração por projetos e divisão
de tarefas, visando a consecução eficiente dos compromissos
assumidos;
- Eficácia,
procurando sempre as melhores e mais viáveis soluções
para os problemas, valorizando a experiência adquirida em demandas
já atendidas;
- Criatividade,
constante atualização e rigor técnico-científicos,
visando garantir resultados rápidos, seguros, economicamente
viáveis e a custos competitivos;
- Ética
no atendimento e transparência no relacionamento com os diversos
segmentos da sociedade, sejam eles parceiros, clientes ou usuários,
através dos serviços prestados e da disponibilização
das informações de forma ágil e segura. Particularmente
no atendimento, já histórico, feito ao Poder Judiciário
e ao Ministério Público Federal e Estadual.
4.
Visão:
Ser um
centro de referência nacional e internacional no campo do monitoramento
por satélite da agricultura brasileira, reconheci do por:
- participar
ativa e constantemente das inovações tecnológicas
de sua área de atuação;
- acompanhar
o lançamento de novos satélites e plataformas orbitais;
- investir
na logística e infra-estrutura de captação, armazenamento,
padronização e manipulação de dados digitais
gerados por satélites;
- estruturar
e disponibilizar, através de recursos c omputacionais de ponta,
suas bases de dados geocodificados e os softwares associados;
- identificar
oportunidades com agilidade e desenvolver par cerias;
- oferecer
soluções eficazes e adequadas para as demandas do agronegócio.
5.
Negócio:
O negócio
da Embrapa Monitoramento por Satélite é a pesquisa, o desenvolvimento,
a adaptação e a transferência de conhecimentos e tecnologias
de monitoramento por satélite para o agronegócio.
6.
Produtos e Mercado:
Os produtos
da Embrapa Monitoramento por Satélite são conhecimentos, tecnologias
e serviços vinculados a informações georreferenciadas
ou informatizadas, geradas a partir de plataformas orbitais e imagens de
satélites e direcionadas ao mercado de observação da
Terra.
7.
Clientes:
A Embrapa
Monitoramento por Satélite considera como cliente todo indivíduo,
grupo ou entidade pública ou privada, cujo sucesso em suas atividades
dependa dos produtos e serviços, de natureza econômica ou social,
oferecidos pela Unidade e seus parceiros.
8.
Histórico:
8.1– As origens
8.1.1 - Em Petrolina (Pernambuco)
Em 1980, a Embrapa começou estruturar uma equipe de pesquisadores para trabalhar com as dimensões territoriais da agricultura e um laboratório de teledetecção espacial no Centro Pesquisa Agropecuária do Trópico Semi-Árido - CPATSA, em Petrolina (PE). A iniciativa foi colocada sob a responsabilidade do Programa Nacional de Pesquisa de Avaliação dos Recursos Naturais e Sócio-Econômicos do Trópico Semi-Árido – PNP 027, coordenado pelo Dr. Evaristo E. de Miranda. Na nova sede do CPATSA, o laboratório recebeu um equipamento que conjugava positivos fotográficos de imagens Landsat. A grande maioria das pesquisas eram realizadas com imagens analógicas. Posteriormente, em colaboração com o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais - INPE, o laboratório recebeu uma Unidade de Análise de Imagens – UAI – remota, para tratamento de imagens orbitais de satélites meteorológicos. Em 1981, o Ministro Mário Andreazza visitou os trabalhos pioneiros realizados pela equipe na região de Ouricuri (PE), levando pela primeira vez a pesquisa agropecuária para as propriedades rurais e fazendo da situação da pequena agricultura um objeto de ciência e tecnologia. Em 1982, a equipe coordenou a organização do I Simpósio Brasileiro do Trópico Semi-Árido, em Recife, em colaboração com o CNPq. O evento contou com a participação de mais de 50 países e teve milhares de trabalhos apresentados. Os jornais O Estado de São Paulo e o Jornal da Tarde, organizaram em Recife um debate sobre o tema da seca, da agricultura e do meio ambiente no Nordeste e seus reflexos sociais, coordenado pelo jornalista Rodrigo Mesquita e do qual participaram o Governador do Estado e vários técnicos da região, dando início a uma frutuosa parceria com o Grupo Estado. No final de 1982, o Dr. Eliseu visita na França, o trabalho desenvolvido pelo Dr. José Roberto Miranda no CIRAD-PRIFAS. Vários estudantes de mestrado e doutorado do INPE vieram realizar suas pesquisas nas áreas de trabalho do PNP 027. Os pesquisadores passaram a ir a São José dos Campos para tratar imagens digitais do Landsat, num computador chamado I-100, em horários pré-determinados, em geral de madrugada. Os resultados eram fotografados e reproduzidos posteriormente em papel. Foi um tempo meio heróico e divertido do início do tratamento digital de imagens orbitais, em 1982.

Atuando em todo o Nordeste, o laboratório de teledetecção espacial do CPATSA contribuiu na identificação e no mapeamento de áreas com potencial para irrigação, das regiões propícias ao cultivo da soja, da repartição espacial dos pequenos agricultores para os Programas de Desenvolvimento Rural Integrado – PDRI, das diversas unidades de caatinga, do zoneamento agroecológico do Nordeste, dos recursos hídricos superficiais etc. A presidência da EMBRAPA, através do Dr. Eliseu Alves, apoiou com recursos financeiros o emprego e o desenvolvimento dessas tecnologias modernas de monitoramento da agricultura, através de projetos de pesquisa no PNP 027. O presidente João Batista Figueiredo visitou o laboratório em 1984, acompanhado pelo Dr. Eliseu e diversos ministros. Na ocasião, o general Venturini, estabeleceu um primeiro contato com a equipe de pesquisadores para obtenção de informações territoriais e agrárias do semi-árido brasileiro, relevantes para a Presidência da República e o Dr. Eliseu sugeriu o desenvolvimento de trabalhos análogos no SNLCS, hoje Embrapa Solos.
O Programa Nacional de Pesquisas de Avaliação dos Recursos Naturais e Sócio-econômicos do Trópico Semi-Árido desenvolveu em quatro anos uma centena de projetos de pesquisa em todos estados do Nordeste, em colaboração com mais de 700 pesquisadores do Sistema Embrapa, das Universidades Estaduais e Federais da região, das empresas estaduais de pesquisa e de outras instituições nacionais e estrangeiras como a SUDENE, as CEPAs, o IRD, o CIRAD etc. Em junho de 1985, o laboratório recebeu a visita do Presidente José Sarney, que viera “aconselhar-se junto às águas do rio São Francisco”, no início do seu mandato. O Presidente interessou-se bastante pelas aplicações dessa tecnologia de monitoramento da agricultura, ampliando um contato embrionário existente entre o Conselho de Segurança Nacional e a Embrapa, nesse campo de atuação. Com a mudança na Presidência da Embrapa e a entrada de Pinheiro Machado, a nova diretoria definiu a criação de um laboratório de teledetecção espacial, focado nas questões de impacto ambiental da agricultura, no recém-renomeado Centro Nacional de Pesquisa de Defesa da Agricultura – CNPDA, em fase de instalação e reformulação em Jaguariúna, em S. Paulo. A equipe já colaborava com essa nova unidade da Embrapa, desde a elaboração do seu primeiro Programa Nacional de Pesquisa de Defensivos Agrícolas. O Dr. Evaristo foi transferido para Jaguariúna com essa missão em junho de 1985.
8.1.2 - Em Jaguariúna (São Paulo)
Em 1986, com a transferência para Jaguariúna, o laboratório começou a estruturar-se, tanto em termos de equipamentos, como de pessoal. Parte da equipe de Petrolina foi transferida para a Unidade, assim como outros técnicos da Embrapa vindos de Brasília. Outros colaboradores foram agregados via um contrato de prestação de serviços com a empresa pública de aerolevantamento Terrafoto do governo do Estado de São Paulo, assinado em junho. Em 1987, parte da equipe foi contratada pelo reitor da Universidade de São Paulo, José Goldemberg, para ministrar cursos e desenvolver projetos na área de avaliação de impacto ambiental. Estagiários da USP começaram a ser admitidos nas atividades do laboratório de Jaguariúna que recebeu do INPE o seu primeiro Sistema de Tratamento de Imagens – SITIM, fabricado pela Engespaço em São José dos Campos. As atividades em colaboração com o antigo Conselho de Segurança Nacional, agora Secretaria de Assessoramento da Defesa Nacional – SADEN, prosseguiram. Em São Paulo, ampliaram-se os trabalhos com a CPA da Secretaria de Agricultura de São Paulo na região de Itararé e Capão Bonito, com a SUDELPA no vale do Ribeira, com a Eletropaulo na região do vale do Paraíba e com o Ministério Público na região de Cubatão e da Serra do Mar, gerando resultados significativos e inovadores. No Rio Grande do Sul, a equipe deu início a uma projeto piloto de cadastro vitícola na região de Bento Gonçalves em colaboração com a Embrapa Uva e Vinho. No Paraná prosseguiu a interação com o IAPAR no âmbito do Programa PRORURAL voltado para os pequenos agricultores etc. Ampliou-se o relacionamento com a mídia e a participação da equipe na elaboração do Guia Rural Abril.
Em setembro de 1986, o Presidente José Sarney solicitou à equipe da Embrapa de monitoramento territorial uma missão ao Território Federal de Fernando de Noronha. O relatório apresentado levou a uma série de medidas e iniciativas por parte da Presidência da República. Assim, teve início um projeto de pesquisas no arquipélago que vai durar quatro anos, envolver outras unidades da Embrapa, e permitir a realização de dissertações de mestrado e diversas publicações. O presidente José Sarney visitou o arquipélago e os trabalhos da Embrapa durante alguns dias, assim como o Governador Orestes Quércia e outras autoridades. A equipe da Embrapa colaborou na definição do Parque Nacional de Fernando de Noronha e foi responsável pela inclusão da parte terrestre do arquipélago no projeto do futuro parque, inicialmente concebido apenas como marinho. O Ministro Íris Rezende, acompanhado do presidente da Embrapa, Dr. Ormuz Rivaldo, visitaram e inauguram as novas instalações do laboratório de teledetecção espacial em Jaguariúna. Agora operando um sistema de tratamento de imagens - SITIM. Um relatório preliminar sobre o impacto ambiental da instalação da base de lançamento de foguetes de Alcântara foi elaborado pela equipe a partir de uma demanda do Ministério da Aeronáutica.
Em Jaguariúna, o Dr. Evaristo foi designado para coordenar o Programa Nacional de Pesquisa de Defesa da Agricultura e posteriormente assumiu a chefia técnica adjunta do Centro Nacional de Pesquisa de Defesa da Agricultura. A Presidência da República e a SADEN envolveram a equipe com diversas ações e tarefas, como o monitoramento da invasão de garimpeiros no território dos índios ianomamis, os impactos da colonização agrícola ao longo da BR-364, o Programa Calha Norte, a criação de unidades de conservação, o monitoramento da expansão agrícola nos cerrados, e posteriormente com a criação da primeira reserva extrativista d seringueiros do Alto Juruá no Acre, com as discussões do Projeto PMACI - Acre, junto ao BID em Washington etc. A mídia passou a divulgar com freqüência os trabalhos realizados pela equipe e ampliaram-se os contatos revistas como a Veja e Isto É, com a Agência Estado e o grupo do jornal “O Estado de São Paulo”, além de outros veículos de comunicação. A equipe cooperou ativamente com a redação do atual capítulo do meio ambiente da Constituição Federal do Brasil, cujo primeiro esboço foi redigido em Jaguariúna, em colaboração com o deputado Fábio Feldman.
O jornalista Rodrigo Mesquita levou diversas sugestões sobre as questões ambientais ao Presidente da República indicando a necessidade de uma ampla reformulação dos organismos federais e das políticas públicas nessa área. A SADEN foi encarregada de estruturar uma ampla revisão da política ambiental e das instituições federais envolvidas. A equipe coordenou o grupo de trabalho III voltado para a temática do monitoramento territorial. Todo esse esforço concretizou-se no Programa Nossa Natureza, lançado pelo Presidente José Sarney, revisando amplamente e propondo uma nova a legislação ambiental, criando o IBAMA etc. E a equipe participou ativamente da concepção do primeiro mapeamento do desmatamento da Amazônia, realizado pelo INPE, e que deu origem ao futuro programa PRODES.




8.2 - Criação do Núcleo de Monitoramento Ambiental – NMA (Campinas)
No âmbito desse amplo conjunto de medidas estratégicas do Programa Nossa Natureza, o Presidente José Sarney enviou, em maio de 1989, um memorando presidencial ao Ministro da Agricultura Íris Rezende, recomendando a criação de uma unidade de monitoramento territorial pela Embrapa, tendo como núcleo inicial a equipe e os equipamentos do laboratório de teledetecção espacial do CNPDA em Jaguariúna. Foi a primeira e provavelmente até hoje a única unidade da Embrapa criada por uma determinação presidencial. Uma deliberação da diretoria da Embrapa, presidida pelo Dr. Carlos Magno, criou então o Núcleo de Monitoramento Ambiental e de Recursos Naturais por Satélite – NMA em Campinas, em 31 de maio de 1989. A Unidade passa a integrar o Sistema de Monitoramento Territorial da Presidência da República, criado em 3 de setembro de 1989.
Um quadro de cerca de 50 funcionários foi desenhado pelo departamento de recursos humanos da Embrapa e sua seleção e contratação teve início. O Dr. Evaristo foi designado para ser o primeiro chefe geral da Unidade. Foi alugado um chalé, próximo à Escola Preparatória de Cadetes do Exército, para acolher os equipamentos e a equipe. Vários estagiários, bolsistas e orientados da USP e da UNICAMP foram selecionados e convidados a integrar o quadro de pesquisadores da Unidade nessa ocasião. Novos colaboradores vieram de Brasília. O Dr. Carlos Magno visitou suas instalações, ainda em 1989.
Não houve nenhuma interrupção nas atividades de pesquisa e prestação de serviços durante essa transição de Jaguariúna para Campinas. A equipe deslocou-se para Machadinho d´Oeste em Rondônia para realizar mais um levantamento dos pequenos agricultores, dando continuidade a um trabalho iniciado em 1986. A chefia da unidade aprovou, entre outros, um importante financiamento para um projeto de pesquisa junto à Fundação Banco do Brasil: o Monitoramento Ambiental da Amazônia – MAM que contribuiu na aquisição de móveis e equipamentos da nova Unidade, agora instalada num prédio mais adequado, localizado no Parque São Quirino. O mesmo ocorreu com o contrato celebrado para a realização do Zoneamento Agroecológico do novo Estado do Tocantins. Ainda no final de 1989, a economista Zélia Cardoso de Mello e sua equipe reuniram-se em S. Paulo, em diversas ocasiões, com a chefia da Unidade para discutir questões ambientais e territoriais encaminhadas ao candidato Fernando Collor.
Em janeiro de 1990, o chefe da Unidade foi designado membro da equipe de transição presidencial e trabalhou no “Bolo de Noiva” na proposta de criação e consolidação do futuro Ministério do Meio Ambiente e do programa do governo federal nessa área e no setor agrícola. No início do ano, o ambientalista Luiz Lutzemberger assumiu a pasta e o pesquisador Murilo Flores, ex-chefe do CNPDA de Jaguariúna, a presidência da Embrapa. Foram diversas reuniões com o Presidente Collor e com a equipe sucessora da SADEN na Presidência da República, agora Secretaria de Assuntos Estratégicos – SAE, incluindo o acompanhamento a viagens presidenciais como a realizada em Surucucu no norte de Roraima. De 1990 a janeiro de 1991, o NMA apoiou a caracterização do uso das terras em Rondônia e seu zoneamento, através de um contrato celebrado com o Instituto de Terras e Colonização de Rondônia – ITERON. O NMA também assessorou, posteriormente, alguns trabalhos coordenados na SAE pelo Dr. Eliezer Batista, voltados para os macro-eixos de desenvolvimento.
8.3 – A consolidação do NMA junto à sociedade
Em 1991, a equipe começou um novo projeto de pesquisas na região do alto rio Negro, com diversos parceiros, intitulado “Rio Demene, um caminho para a Amazônia”. Expedições foram organizadas na região. O trabalho do zoneamento agroecológico do Tocantins teve continuidade, assim como os projetos do MAM e do SGI-Nordeste. Também uma série de mapeamentos inéditos do município de Campinas e da sua região metropolitana começou a ser executada. Em outubro, a chefia geral da Unidade foi assumida pelo Dr. José Ruy Porto de Carvalho que deu continuidade aos projetos em execução. A equipe do NMA engajou-se na preparação da Conferência Mundial de Meio Ambiente e Desenvolvimento ao estabelecer uma cooperação estreita com o CNPq e a Rede Nacional de Pesquisa – RNP. O NMA foi uma das primeiras unidades da Embrapa a ter acesso à Internet, via rede ANSP da FAPESP e logo construi o seu site. A equipe moderou várias listas de discussões da Rio-92 e alguns pesquisadores atuaram como consultores da UNCED nesse importante evento internacional. O Monitoramento Orbital de Queimadas, estruturado durante o Governo Sarney, teve seus resultados distribuídos pela Agência Estado e posteriormente foram disponibilizados no site da unidade. O Dr. José Roberto Miranda assumiu chefia geral da Unidade em março de 1993, ampliando às atividades de pesquisa e prestação de serviço num contexto institucional bastante desfavorável. O leque de parcerias e contratos da Unidade consolidou cada vez mais sua imagem pública e sua teia de relacionamentos institucionais: o primeiro Plano Diretor da Unidade – PDU I foi aprovado e implantado o seu Conselho Assessor Externo – CAE, com personalidades do agronegócio, da área de meio ambiente e do Ministério Público. Materiais gerados pela equipe foram utilizados em exposição sobre a Amazônia organizada pelo Smithsonian Institution em Washington DC. Foi firmado um memorando de entendimento com a Indiana University, que propiciou a ida de pesquisadores do NMA para realizar doutorados e treinamentos no EUA. Em 1993 teve início um projeto de pesquisas sobre o gafanhoto do Mato Grosso, em colaboração com o CIRAD-PRIFAS, que durou até 1996, gerando diversas publicações científicas, mapas e livros. Em 1994 e 1995, paradoxalmente, enquanto perde pesquisadores e tem seu quadro de funcionários foi sendo reduzido, as lideranças e a equipe da unidade desdobrou-se e ampliou sua participação em diversas redes de pesquisa como na RIMISP (Chile), no INFORUM (USA), com a ACT (USA), com o CIRAD, com o CNES no programa da plataforma POLDER (França), com a AGL da FAO em Roma e com a DG XII da União Européia em Bruxelas. No segundo semestre de 1994, o NMA recebeu a primeira antena de recepção de imagens do satélite NOAA e ampliou o trabalho de Monitoramento de Queimadas. Também contribui nos estudos de impacto do prolongamento da rodovia dos Bandeirantes na região de Campinas e com o Plano Diretor do Município. O CAE atua em defesa da Unidade e se manifesta junto ao Presidente da Embrapa.



No início de 1996, o CAE manifesta-se de novo junto à Presidência da Embrapa sobre o esvaziamento do quadro do NMA (50% em 6 anos) que dava continuidade às suas pesquisas e consolidava cada vez sua imagem pública e institucional junto a clientes do setor público e privado. O site do NMA já era um dos mais visitados de toda a Embrapa, enquanto a chefia geral atendia demandas de diversos setores da sociedade civil, em particular dos movimentos ambientalistas, indigenistas, do Ministério Público Estadual e Federal, das prefeituras, assim como do setor privado, ligado ao agronegócio (açúcar e álcool). Também no Poder Legislativo, o NMA passou a assessorar e fornecer informações de monitoramento por satélite para diversos deputados federais e estaduais em suas atuações e projetos de lei, além de atender o Poder Judiciário em inquéritos, principalmente através da Polícia Federal e sob a demanda de perícias por parte de juizes. A cooperação com o Ministério do Exército foi ampliada, principalmente com o Comando Militar do Sudeste, o Comando de Operações Terrestres, as unidades da região de Campinas, o CIAVEx e a Escola de Estado Maior – ECEME-CPEAEx do Rio de Janeiro.

Em 1997, o NMA comprou uma nova antena de aquisição de dados NOAA, junto com outras aquisições realizadas pelo Exército brasileiro e ampliou sua interação científica com o JRC (Ispra-Itália) e sua cooperação com o Exército Brasileiro que alocou oficiais em formação na Unidade e passou a operar antenas em conjunto. A FAPESP, mediante aprovação de projeto do NMA, financiou a fase 3 do projeto de infra-estrutura propiciando a ampliação da rede local do NMA. A equipe fez propostas para o Programa Probatório do satélite sino-brasileiro CBERS a convite do INPE e foi a única entidade de pesquisa do Hemisfério Sul a se qualificar para o Programa Probatório do satélite SPOT IV – VEGETATION. No final do ano, a Unidade integrou uma missão militar técnico-científica a Paris, acompanhando um grupo de oficiais generais e o Comandante Militar do Sudeste. A missão visitou empresas, como a Matra, estruturas de monitoramento por satélite da França em áreas reservadas, como o Centro de Formação Interarmas para Interpretação de Imagens (CF31) e o Centro de Programação Helios França (CPHF), que administra o satélite militar Helios, na base aérea de Creil. Visitou também o sistema móvel de recepção de dados orbitais de alta resolução na base americana de Ramstein na Alemanha.

Em 1998, no episódio de queimadas e incêndios em Roraima, a chefia da Unidade, em entendimentos com o Itamaraty e o Exército brasileiro, determinou o deslocamento de pesquisadores da Unidade para Boa Vista, onde instalaram uma antena móvel de recepção de dados NOAA e passaram orientar e apoiar de forma decisiva a operação de combate ao fogo, com um grande sucesso. Pelos resultados obtidos o chefe da Unidade foi agraciado com a Ordem do Forte de São Joaquim pelo Exército brasileiro. O NMA participou mais ativamente do serviço Agrocast, da Agência Estado, voltado para o agronegócio, com diversos produtos e de desenvolveu novas ações conjuntas com a FAO de Santiago e de Roma. Nesse ano, o NMA apoiou o trabalho de doutorado do pesquisador Antonio da Costa Santos, o Toninho do PT, sobre a estrada dos Goiáses, assim como sua equipe seguiu participando da orientação e de diversas bancas de mestrado e doutorado na USP, no INPE e na UNICAMP. A chefia do NMA negociou e obteve junto ao Dr. Alberto Portugal, presidente da Embrapa, recursos para a produção de mosaicos de imagens de satélite Landsat para alguns estados da Amazônia brasileira. Os produtos foram entregues ao Ministro da Agricultura que solicitou uma ampliação desse trabalho.
8.4 – O Centro Nacional de Pesquisa de Monitoramento por Satélite - CNPM
No início de 1999, a Unidade começou a desenvolver um projeto junto a área citrícola com Emerson Fittipaldi e pesquisadores da Unidade participaram da banca e da defesa de tese de doutorado na FAU de Antonio da Costa Santos, futuro prefeito de Campinas. A Unidade envolveu-se com o programa do zoneamento ecológico-econômico dos macro-eixos do PPA junto com o Ministério do Meio Ambiente e foi o tema da Agenda da Embrapa para o ano 2000, ilustrando-a com imagens de satélite. Em 2000, as lideranças da Unidade e a equipe conseguiram a transformação do NMA em centro nacional de pesquisa, CNPM, com o nome síntese Embrapa Monitoramento por Satélite. A equipe obteve, mediante projeto aprovado junto à FAPESP, recursos financeiros para ampliar a infra-estrutura de redes e de computadores do CNPM. Começaram os entendimentos e teve início o trabalho de zoneamento ecológico-econômico do Maranhão que trouxe recursos financeiros significativos para a Unidade.
A Embrapa Monitoramento por Satélite começou a produzir os Cds e a disponibilizar no site a série “Brasil Visto do Espaço” que terá um grande impacto nacional e internacional. A chefia da Embrapa Monitoramento por Satélite entrega ao Presidente Fernando Henrique um poster - mosaico de imagens de satélite do Timor Leste para apoiar as ações brasileira na ilha. Cópias digitais e analógicas do mesmo documento também foram entregues ao embaixador Sérgio Vieira de Mello em Dilli e à equipe da CNBB que trabalhava na ilha. A Embrapa Monitoramento por Satélite desenvolveu trabalhos para o Ministério da Reforma Agrária, para a Procuradoria Geral da República e articulou e participou de um grande programa do Ministério da Agricultura para redução das queimadas, através do uso de tecnologias agrícolas alternativas, em articulação com o DGP e no qual foram investidos cerca de 5 milhões de reais pela Embrapa. A equipe participou do desenvolvimento de parte da doutrina de emprego e de exercícios do sistema de mísseis Astros como artilharia de costa e de campanha com o Exército brasileiro. Também houve participação técnica e operacional da Embrapa Monitoramento por Satélite nas manobras militares, realizadas no Espírito Santo e recebeu o Diploma de Reconhecimento da Fortaleza de Itaipu – 6GACosM.
Em fevereiro de 2001, o Dr. Ademar Romeiro, da UNICAMP, assumiu a chefia geral da Embrapa Monitoramento por Satélite. Nesse ano foi concluído e disponibilizado o projeto “Brasil Visto do Espaço” que atinge a marca de mais de um milhão de consultas diárias em seu site. A Embrapa Monitoramento por Satélite passou a ser um dos nós da Rede Associada de Sensoriamento Remoto do IBAMA. A Chefia da Unidade buscou aprovar a doação de um terreno junto ao IAC e à PUC para a construção da futura sede própria da Embrapa Monitoramento por Satélite. Em 2002, as negociações para obtenção do terreno junto ao IAC fracassam e com a PUC, após uma série de definições e acertos, elas redundam numa negativa da Mantenedora. Foram retomadas as negociações com o Exército brasileiro visando obter a cessão de um terreno na área da XI Brigada Anhangüera, em Campinas. Em 2003, o Dr. Clayton Campagnola assumiu a presidência da Embrapa. Pesquisadores da Embrapa Monitoramento por Satélite entregaram pessoalmente ao presidente Luís Inácio Lula da Silva, uma série de produtos cartográficos e de imagens orbitais solicitados pela Presidência da República. Em 2003, a Embrapa Monitoramento por Satélite passou a participar do projeto multi-institucional do LBA, coordenado pela NASA. Em 16 de dezembro de 2003, foi assinado um acordo entre o presidente da Embrapa e o Comandante do Exército, com a presença do Ministro da Agricultura, para cessão da área para construção da sede própria da Embrapa Monitoramento por Satélite. A Coordenadoria de Engenharia e Arquitetura da Embrapa sede preparou o projeto da futura sede da Unidade. Com base na captação de recursos junto ao setor privado, a Embrapa Monitoramento por Satélite amplia sua programação de PD&I. Novos pesquisadores e analistas são contratados. O quadro de funcionários volta a crescer. A colaboração com o Gabinete de Segurança Institucional – GSI, que sucedeu à SAE, amplia-se e a Embrapa Monitoramento por Satélite conclui e instalou um sistema de geoweb para apoiar o sistema de assentimento prévio do GSI-PR. Em 25 de junho, ocorreu o lançamento da pedra fundamental da Unidade com a presença do Ministro da Agricultura, Roberto Rodrigues e de várias autoridades.
Em 20 de janeiro de 2005, Dr. Silvio Crestana assumiu a Presidência da Embrapa. Em fevereiro de 2005, o Dr. Evaristo E. de Miranda foi designado chefe geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, após passar em concurso público para o cargo. Em abril, durante a reunião do CAE, o Dr. Sílvio Crestana deu posse ao novo chefe da Unidade e prometeu empenho na construção da nova sede. A Embrapa Monitoramento por Satélite lançou os resultados do Projeto “Brasil Visto em Relevo”, com base nos dados da missão espacial SRTM, no aniversário da Embrapa, em abril, e ampliou sua velocidade de comunicação eletrônica via rádio para 38 giga. O DEPROS do MAPA solicitou, aprovou e financiou um projeto de pesquisa visando a criação de um Índice de Sustentabilidade para os produtos agropecuários. Na mesma época ocorreu a aprovação do projeto do Sistema de Gestão Territorial Estratégica para a AGE do MAPA. O contrato da construção da sede foi aprovado em outubro e as obras começaram em novembro.
Em 2006, a Embrapa Monitoramento por Satélite obteve a aprovação e o financiamento do Sistema de Gestão Territorial para a Defesa Agropecuária com a SDS do MAPA, visando apoiar o Governo na prevenção e no controle da febre aftosa na fronteira do Brasil. O Projeto trouxe recursos financeiros significativos para a Unidade. O SIFEMA do Maranhão contratou a Embrapa Monitoramento por Satélite para realizar a cartografia da aptidão agrícola do Estado. Foi um ano em que as lideranças da unidade lutaram muito pela obtenção de recursos para a continuidade da obra da futura sede. Em novembro, com a chegada de novos funcionários e pesquisadores, a Embrapa Monitoramento por Satélite encerrou o ano de 2006 dando início a um processo de valorização e desenvolvimento de seus recursos humanos e da gestão de competências, com a perspectiva de ampliação de sua equipe e de seus meios operacionais.

8.5 – Nova sede da Embrapa Monitoramento por Satélite

No dia 4 de março de 2008, O Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva inaugurou a nova sede da Embrapa Monitoramento por Satélite, em Campinas (SP). Com as novas instalações, pelo menos cinco vezes maior, a Unidade deverá ampliar sua equipe e frente de atuação, com um espaço operacional assegurado para projetos de gestão territorial em parceria com empresas do setor de etanol e biodiesel e em colaboração com a Embrapa Agroenergia (Brasília-DF). O evento de inauguração contou com a presença do Diretor-Presidente da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária - Embrapa, Silvio Crestana, e do Prefeito Municipal de Campinas, Dr. Hélio de Oliveira Santos (PDT), entre outras autoridades. A comitiva presidencial incluiu o Ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Reinhold Stephanes, da Ciência e Tecnologia, Sergio Rezende, das Comunicações, Hélio Costa, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Miguel Jorge, e ainda o Ministro Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, Jorge Armando Felix.
O Diretor-Presidente da Embrapa, Silvio Crestana, destacou a Unidade como mais um espaço de inovação e estratégia e a importância do monitoramento por satélite para acompanhar as áreas de expansão da agricultura brasileira. O Presidente Lula ressaltou, em seu discurso, que o grande conhecimento da Embrapa revela o país como gerador de tecnologia de ponta. "A inauguração desta nova unidade revela um centro de excelência do país", destacou.
A Embrapa Monitoramento por Satélite cuida da gestão territorial da agricultura: monitora a dinâmica das culturas, da pecuária e das florestas no território nacional; acompanha e mapeia a infra-estrutura agrícola (estradas, alcooldutos, armazéns, unidade de transformação, portos etc.) e a expansão da agroenergia; e colabora com empresas privadas, cadeias do agronegócio e órgãos públicos no planejamento e governança territorial. Projetos sobre biodiversidade em áreas agrícolas, monitoramento territorial da agricultura orgânica, do plantio direto e sistemas de gestão territorial para prefeituras municipais também estão entre as atividades do centro de pesquisa.
As instalações de 6 mil m2, construídas em terreno cedido pelo Exército Brasileiro em Campinas, vão ampliar e melhorar a capacidade operacional da Unidade. Atualmente, o quadro de pessoal é formado por 48 funcionários. São 13 pesquisadores com doutorado e quatro com mestrado e, na área de suporte à pesquisa, nove profissionais da área de tecnologia da informação, seis da área de comunicação social e transferência de tecnologia e 15 da área administrativa, além de 11 estagiários. O investimento total na obra foi de cerca de R$ 12 milhões.
Além de contar agora com um espaço dedicado a projetos em parceria com empresas do setor de etanol e biodiesel, o centro passa a ter uma biblioteca especializada e três novos laboratórios: um de recepção de dados de satélite, um de pesquisas sobre biodiversidade em áreas agrícolas e um de geomática aplicada à governança territorial. Esse laboratório desenvolverá projetos para apoiar as políticas públicas, em colaboração com universidades dos Estados Unidos, do Canadá (Laval) e instituições internacionais, como CIRAD (França), FAO (Nações Unidas) e JRC (União Européia). As novas instalações contemplam ainda locais para treinamento de bolsistas, estagiários e técnicos de outras instituições, públicas e privadas.
A Embrapa Monitoramento por Satélite foi criada em 1989 por determinação da Presidência da República. Até hoje, a Unidade mantém um forte vínculo operacional com a Presidência em projetos estratégicos, principalmente com o Gabinete de Segurança Institucional - GSI/PR. Com as novas instalações, o GSI vai dispor de um gabinete operacional no local onde está sendo desenvolvido o projeto de gestão territorial da infra-estrutura crítica da agroenergia.
Segundo o Dr. Evaristo Eduardo de Miranda, Chefe-geral da Embrapa Monitoramento por Satélite, a Unidade tem projetos em andamento que atendem também ao Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA). Atualmente, são desenvolvidos trabalhos de interesse da Assessoria de Gestão Estratégica (Sistema de Gestão da Agricultura), da Secretaria de Cooperativismo e Desenvolvimento Sustentável (Índice de Sustentabilidade de Produtos Agrícolas com Base Territorial), da Secretaria de Defesa Agropecuária (febre aftosa e rastreabilidade bovina), da Secretaria de Cooperação Internacional do MAPA (Dimensões Territoriais da Produção Agrícola). Dentre os projetos, destaca-se o lançamento da Rede Social de Inovação, Conhecimento e Negócio da Agroenergia (Rede Peabirus), atualmente com mais de mil membros.

9.
Principais áreas de pesquisa:
A programação
de pesquisa da Unidade está estruturada no âmbito do Sistema
Embrapa de Pesquisa - SEP e é analisada, aprovada e acompanhada
internamente pelo Cômite Técnico-Científico Interno,
o CTI da Embrapa Monitoramento por Satélite.
- Gestão territorial da agroenergia
- Gestão territorial do agronegócio
- Biodiversidade em áreas agrícolas
- Cartografia do uso e ocupação das terras
- Aptidão e adequabilidade do uso e ocupação das terras
- Monitoramento da agropecuária
- Monitoramento da infra-estrutura do agronegócio
- Geoprocessamento aplicado a gestão agrícola
- Indicadores de sustentabilidade em bases territoriais
- Gestão territorial para a defesa agropecuária
- Sustentabilidade agrícola na Amazônia
- Zoneamentos e ordenamento territorial
10.
Gerências:
11.
O funcionamento do Centro é de:
- Segunda
à Sexta das 8:00 às 12:00 e das 13:00 às 17:00.
12.Bases
Físicas:
Área
construída: 6.000 m2
Laboratórios:
Ecologia e Geoprocessamento
Antenas
de recepção de imagens de satélites
13.
Perfil do público interno:
São
57 funcionários, sendo 18 pesquisadores e 39 de suporte à pesquisa e desenvolvimento.
|
Carreiras
|
Áreas
|
Quantidade
|
Total
|
|
Pesquisa e Desenvolvimento
|
Pesquisa |
18
|
18
|
Suporte à Pesquisa e Desenvolvimento |
Apoio Técnico
|
2
|
39
|
| Área de Comunicação e Negócios |
3 |
| Biblioteca |
1
|
| Gestão Territorial Estratégica |
9 |
| Gestão da Tecnologia da Informação |
8 |
| Administração |
16 |
|
57 |
14.
Perfil orçamentário:
Além
dos recursos provenientes da União, o Centro possui uma preocupação
constante em buscar e manter recursos financeiros externos, com o intuito
de complementar o orçamento destinado às ações
de Pesquisa e Desenvolvimento.
O orçamento anual da unidade é composto pelas seguintes fontes de recursos: Tesouro
Ordinário, receita própria e projetos.
15.
Principais convênios e parcerias técnico-científicas:
A Embrapa
Monitoramento por Satélite considera como parceiros todo indivíduo
ou instituição pública ou privada, que assumir e
mantiver, de forma temporária ou permanente, uma relação
de cooperação com a Unidade, compartilhando riscos, custos
e benefícios, para pesquisa e desenvolvimento ou transferência
de tecnologia.
Convênios
Internacionais:
Nacionais:
Concessão
de Estágio de Complementação Educacional:
| Instituição |
| Universidade
Estadual de Campinas - UNICAMP |
| Escola
Salesiana São José - ETEC |
| Instituto de Biociências da USP |
| Universidade
de São Paulo - USP |
| Universidade
Estadual Paulista "Júlio Mesquita Filho" - UNESP |
| Pontifícia
Universidade Católica de São Paulo - PUC-SP |
| Faculdade
de Tecnologia - FATEC - de Americana |
| Pontifícia
Universidade Católica de Campinas - PUC-CAMPINAS |
| Liceu
Coração de Jesus - UNISAL Campinas |
| Sociedade
Unificada Paulista Ensino Renovado Objetivo Supero - UNIP |
|
Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Santo André |
|
Centro de Estudos de Administração e Marketing Ceam Ltda |
|
Sociedade Educacional Fleming |
|
Faculdades de Valinhos - FAV |
|
Sociedade de Educação Nossa Senhora do Patrocínio S/C Ltda |
Parceiros
Internacionais:
| Instituição |
| CIRAD
- Productions Pédagogíques Innovantes -Montpellier,
França |
Nacionais:
| Instituição |
| ABAG - Associação Brasileira do Agronegócio |
| ABAG/RP - Associação Brasileira do Agronegócio da Região de Ribeirão Preto |
| ABIOVE - Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais |
| GSI/PR - Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República |
| IBAMA - Dotar o SISNAMA de tecnologia em Sensoriamento Remoto e Sistema de Informações Geográficas para incremento de eficiência e qualidade de atuação dos órgãos de meio ambiente, estabelecendo uma rede de informações espaciais voltada aos recursos naturais brasileiros |
| MAPA-AGE - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Assessoria de Gestão Estratégica |
| MAPA-DEPROS - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Departamento de Sistemas de Produção e Sustentabilidade |
| MAPA-SDA - Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento - Secretaria de Defesa Agropecuária |
| MINISTÉRIO DO EXÉRCITO - Centro de Cartografia Automatizada, Departamento de Ciência e Tecnologia |
| Ministério do Meio Ambiente - Secretária de Políticas para o Desenvolvimento Sustentável |
| Senado Federal |
| UNIÃO FEDERAL - Ministério Público Federal |
| UNICA - União da Indústria de Cana-de Açúcar |
16.
Organograma do Centro:
Legenda:
ACN
- Área de Comunicação e Negócios
CPD
- Chefia Adjunta de Pesquisa e Desenvolvimento
CAA
- Chefia Adjunta de Administração
CAE
- Comitê Assessor Externo
CTI
- Comitê Técnico Interno
CLPI
- Comitê Local de Propriedade Intelectual
CLP
- Comitê Local de Publicações
17.
Reprodução do Logotipo:
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18.
Informações Institucionais:
Assinatura
Síntese: Embrapa Monitoramento por Satélite
Registro
CNPJ: 00348003/0122-08
Inscrição
Estadual: 244.353.781.112
Endereço:
Av. Soldado Passarinho, 303,
Fazenda Chapadão Cidade:
Campinas - Estado - SP - Brasil
Caixa
Postal: 491 CEP 13070-115
Telefone:
19-3211-6200 Fax:(19) 3211-6222
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